
Como as pessoas podem estar próximas e serem tão distantes? Como as coisas podem ser sutis e estar gritantes? Como pode haver memória nesse raro instante? Longe, longe e alto, há um mirante diante do qual se levanta o sol, em cujos pés pôs-se um hidrante. Pois então, latente e vibrante, ondas chocam-se avante, tornando tudo demente e impactante. Lábios, olhos, pele ondulante e vamos em frente, a onde? Sabe o que espera, radiante? O sol, a lua, a luz, a vela, bruxuleantes e belas, amarelas, faiscantes e antes que tudo, deslumbrantes.
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